Rue Catinat

4.4.05

 
Ao contrário do que pretende o cliché, o irmão da morte talvez não seja o sono, mas a arte, e em particular a música. Ao mesmo tempo que exprime na sua essência a vitalidade, a força da vida e o prodígio da crição, a obra de arte é acompanhada por uma dupla sombra: a da sua possível ou preferível inexistência, e a do seu desaparecimento.

[George Steiner, Gramáticas da Criação, Relógio d'Água]

Comments:
Belo texto!
 
Curioso. A arte perto da morte já me ocorrera mas não particularmente a música...

:)
 
agradeço-vos o eco do vosso agrado
 
A ouvir: Heino Heller, "Neenia".

Cumprimentos.
 
What a great site »
 
This is very interesting site... » » »
 
Enviar um comentário



<< Home

Archives

Março 2005   Abril 2005  

This page is powered by Blogger. Isn't yours?